Serasa: uma atuação que vai além da análise de crédito

Por conta de uma iniciativa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a Serasa foi criada em 1968. Inicialmente, seu intuito era padronizar relatórios e formulários, criar fichas cadastrais e trazer um maior controle e rapidez nas decisões bancárias. 

Geraldo de Camargo Vidigal, consultor-geral da Febraban e professor de Direito Econômico da USP na época, foi o idealizador do conceito e presidiu a entidade entre 1968 e 1980.

Em 1990, a companhia evoluiu e passou a fornecer informações e análise de balanços para os mais diversos segmentos da economia e para empresas de todos os portes. Este fator que ampliou e democratizou, acima de tudo, as informações – que antes eram restritas às grandes corporações.

Experian

O grupo irlandês Experian comprou o controle da Serasa. Com isso, mudou seu nome para Serasa Experian. Em 2012, o resto da companhia foi adquirido por US$1,5 bilhão.

Atualmente, a Serasa Experian é líder mundial no serviço de informações para empresas e consumidores. A empresa realiza mais de 6 milhões de consultas diárias por mais de 500 mil clientes.

Em seus arquivos existem mais de 161 milhões de CPFs e nove milhões de CNPJs cadastrados. Além disso, dados de 210 mil grupos econômicos armazenados. As informações chegam de escritórios de contabilidade. Mais adiante, temos cartórios e outras fontes públicas e oficiais.

Serviços

O principal produto da Serasa é o gerenciamento de banco de dados para crédito. A empresa é a maior da América Latina com este perfil de atuação. Esses dados consistem na clássica consulta de CPF, popularmente conhecido como Score.

O serviço de consulta de CPF é o serviço mais conhecido da empresa. Por meio dele, as empresas ou pessoas, conseguem averiguar se seu nome está “limpo”, ou seja, se não está com nenhuma dívida.

Além disso, a Serasa oferece serviços de crédito e um sistema antifraude. No site, também existe uma área educacional na qual ensinam sobre a vida financeira e dão dicas e consultoria sobre como sair do “vermelho”.