Qual a diferença entre seminovos e usados?

Muitas pessoas não compram carros zero quilômetro por conta do preço ou da desvalorização na revenda. Dessa maneira, a alternativa que resta é optar por veículos seminovos ou usados. Nas próprias  concessionárias, é possível encontrar esses dois tipos de automóveis. Apesar disso, ainda há bastante confusão em relação à definição de cada uma das categorias. Descubra abaixo o que as separa:

Tempo de uso

O tempo de uso é o principal fator de diferenciação. Por definição, um automóvel só pode ser considerado seminovo quando ele possuí menos de três anos, desde sua fabricação.

Um veículo fabricado em 2017 pode ser vendido até 2020 como seminovo. Mas, se ele foi produzido em 2016 como modelo do ano seguinte, já é considerado usado. Acima de tudo, temos o tempo desde a confecção – e não da venda. 

Quilometragem

Outro fato que determina em qual categoria o veículo se encaixa é a quilometragem. Para ser considerado seminovo, o automóvel deve ter percorrido 20 mil quilômetros por ano. Ou seja, se um carro foi fabricado a três anos atrás, ele deve possuir no máximo 60 mil km rodados. 

Estado de conservação

O estado de conservação é um aspecto determinante para direcionamento de categoria, ao mesmo tempo. Quando a lataria está avariada, ou em caso do veículo já ter sofrido diversas batidas/modificações, ele perde seu status de seminovo. 

Número de donos

Quando um veículo passa por mais de um dono em menos de três anos, o mesmo deixa de ser considerado seminovo. Essa categoria anda de mãos dadas com o tempo de uso, pois, acima de tudo, indica o período médio de compra e venda de um automóvel.

Preço

Mas vamos ao que interessa. Todas essas informações refletem em que? Primeiramente, no preço: um carro pouco rodado, com menos de três anos e apenas um dono é um automóvel praticamente novo. Mas vale lembrar que os usados também podem ser muito bons, afinal, o dono que faz o veículo.