O déficit na balança de autopeças

A balança comercial, no que diz respeito às autopeças, começou o ano com um grande déficit: R$ 1,05 bi para os dois primeiros meses. Em 2016, esse índice foi 46,3% menor. O que justifica isso é o crescimento de 22% nas importações, que contribuíram em US$1,98 bi e o leve aumento das exportações – de 3% – e uma contribuição total de US$ 933 mi.

A China, surpreendentemente, passou a ser o segundo maior fornecedor de peças para o país, ultrapassando novamente a Alemanha e ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

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O leve aumento nas exportações se resumiram em nova vendas para Argentina e Estados Unidos, maiores parceiros comerciais. Os embarques para Alemanha, por outro lado, diminuíram 7,5%.

De acordo com o Sindipeças – que foi quem divulgou os números – as transações de importação com os EUA aumentaram muito: 43,7% em relação à 2016. Com a China, o processo foi parecido: aumento de 47,7%. Coreia do Sul e México também aparecem como fontes de peças que crescem muito.