Economia compartilhada e colaborativa: entenda a diferença

O contexto corporativo em que surge a economia compartilhada e a economia colaborativa, tem relação com o cenário em que vive o cliente. E claro, o que ele passou a buscar nos últimos anos. O consumidor do ano de 2019 não é nada parecido com o consumidor do ano de 2012, por exemplo. 

O que mudou? Já que estamos falando de novos tipos de gestões econômicas, vamos citar os fatores que criam as condições para elas entrarem em jogo. Primeiramente, um enorme crescimento na utilização de smartphones, e de tecnologia em geral. Em segundo lugar, uma busca crescente por valores em empresas, ou seja, a atenção do cliente está mais presente, e o monitoramento a respeito de temas como sustentabilidade, por exemplo, é algo que se vê em grande volume.

Além de tudo isso, há a vontade querer fazer algo bom. Não sejamos tolos. O consumidor nunca vai deixar de consumir. Ele sabe disso. E nós, como consumidores, da mesma forma, também temos plena consciência. A questão é que se quer consumir, e, ao mesmo tempo, quer se valorizar os recursos: o planeta e o ambiente têm sua importância e cuidado como foco de um consumidor consciente.

Já que descrevemos as principais mudanças dessa pessoa que vai usufruir do surgimento de plataformas de consumo menos hedonistas e mais lúcidas, agora podemos citar concretamente o que ambas as economias aqui em questão apresentam em comum. São três fatores: uma associação conjunta em prol da economia de dinheiro, a conexão (online ou offline), e a diminuição no uso de recursos naturais.

Economia colaborativa

Vamos começar com aquela que, nesse momento, está mais presente na vida da população. A economia colaborativa tem como característica principal a união de consumidores que não se conhecem para a aquisição de bens em comum. Isso quer dizer que duas ou mais pessoas possuem o mesmo desejo de compra e para isso utilizam um recurso ou plataforma e chegam ao objetivo pagando menos por isso.

Até aí tudo bem. Mas como isso é viabilizado? A questão é bem essa, mesmo. Nesse tipo de economia, há um intermédio, que deixa tudo possível. Esse intermediário é uma empresa, grupo ou associação, que lucra, de fato com sua ação corporativa, mas, de qualquer maneira gera movimentação da economia e cria uma imagem positiva sem fazer muito esforço – visto que a economia de compartilhamento por si só, como categoria, já reflete uma boa causa.

Exemplos de plataformas de economia colaborativa:

Uber 

Airbnb

DogHero

Economia compartilhada

Nesse caso, já começamos com uma característica que funciona como ‘spoiler’. Isso porque no momento que citada, ela já identifica a distância do compartilhamento para a colaboração. Aqui não entram empresas. Isso mesmo, não há geração de lucro por meio de empresas. Basicamente, se facilita a vida das pessoas de maneira espontânea, sem interesse de intermediário.

Basicamente, uma pessoa faz uso de um bem que já possuia no passado, e, por meio de uma plataforma capacitada e uma conexão em larga escala, chega a uma solução para sua demanda. Nesse tipo de economia não só se tem um consumo em grupo, mas também uma divisão de gastos. Estes são minimizados.

Exemplos de plataformas de economia compartilhada:

Bliive