Firmamento do Rota 2030 deve influenciar mercado por completo

A novela do Rota 2030 teve um episódio muito importante no dia 11 de Dezembro de 2018. O então presidente Michel Temer sancionou o regime, impondo alguns cortes e adicionando alguns pontos que julgou válidos. Fato é que o programa foi estabelecido e deve influenciar no regimento das indústrias de autopeças e de automóveis.

Basicamente, o plano com o novo regime é de estabelecer regras e metas para a indústria. O desejo aqui é o estímulo ao desenvolvimento em certos aspectos. O mercado interno estaria sendo protegido e pesquisas, por exemplo, poderiam levar a uma melhora na qualidade geral do mercado.

Os tributos diminuem, principalmente para a indústria de autopeças. O tributo de 2% sobre tecnologias e produtos importados que não possuíssem compatíveis no mercado nacional, terá isenção. Dessa maneira, as empresas ganham mais poder e incentivo.

Haverá concessão de 1,5 bi de crédito tributário, para que, em contrapartida, as companhias do Brasil invistam 5 bi em pesquisas e desenvolvimento da indústria nacional.

As metas do programa passam, principalmente, pela eficiência energética – No Inovar Auto, regime anterior, já se tinha metas concretas de redução de poluentes e diminuição do consumo de combustíveis dos carros. Dessa vez, as metas são ainda maiores – 11% até 2022; pela etiquetagem veicular: os veículos brasileiros deverão ilustrar de maneira direta e intuitiva seus níveis de segurança e de sustentabilidade; e desempenho estrutural: até 2027, os veículos nacionais deverão ter participação de tecnologias decisivas no sentido de tornar experiência de dirigir mais independente – exemplo – tecnologia autônoma.